domingo, 29 de março de 2009

FUI DEMITIDO

Sou representante comercial. O profissional da minha categoria é um desempregado que enfrenta o mundo de peito aberto, não existe tranquilidade no nosso trabalho, não temos nenhum benefício que as pessoas com carteira assinada tem. Quando temos uma boa carteira de clientes e o mercado está ativo, tentamos fazer uma reserva financeira para quando o mercado estiver em recessão.

Os períodos de prosperidade do mercado são a alegria do representante comercial, o momento que o mundo atravessa não é dos mais felizes, hoje mesmo fui demitido por uma das empresas que tentava representar, divulguei-a bastante para os meus clientes e até fiz algumas vendas não remuneradas, sabe, o representante as vezes trabalha de graça no intuito de conquistar a representada, depois a empresa diz que você não tem o perfil adequado para ser seu representante, não basta você mostrar que tem credibilidade junto aos clientes de sua carteira, tem que servir.

Pois bem, não servi para esta empresa, aprendi com isso mais uma lição e não gostei, pois não posso negar a minha natureza, tenho fé e entro em tudo de cabeça, penso que talvez amanhã apareça outra camisa para eu suar, talvez nesta próxima tentativa eu tenha sucesso. Faz tempo que trabalho e nunca fui demitido.

Quando era empregado sempre suei a camisa e pude mudar de time de livre e expontânea vontade, hoje senti o baque de não servir para alguém, fiquei chateado, tenho quarenta e nove anos e nunca tive a sensação tão forte de ser descartado. Caros amigos, hoje sei o que é essa experiência e não a desejo para ninguém, é muito bom trabalhar e servir.

Vou em frente sabendo que fiz o melhor, meu ex gerente de área é um bom homem e é meu amigo, mas preocupo-me com ele pois o chefe dele que me dispensou e nem me conhecia, tomou a decisão sem saber quem eu era perante os meus clientes. Um bom profissional não toma decisões sem avaliação. Meu amigo está mal de chefe. Deus o abençoe. AMém.

quarta-feira, 25 de março de 2009

O BEM E O MAL

Certamente o bem e o mal são escolhas pessoais. Você pode escolher fazer e não fazer o mal. Fazer e não fazer o bem. As pessoas fazem as coisas e depois arrumam um bode espiatório qualquer para dizer que fizeram tal coisa porque foram induzidas a fazê-las por alguma coisa chamada bem ou mal. Você pode escolher agora por qual caminho deseja seguir, não se iluda e nem minta para si dizendo que foi levado a fazer isso ou aquilo. Escolha o bem e certamente econtrou o meio de ser feliz e bem sucedido.

sábado, 14 de março de 2009

MUNDO MELHOR

Com certeza um mundo melhor seria um mundo onde existisse emprego e renda. Tudo mais é acessório. Educação, saúde, segurança, essas necessidades humanas são satisfeitas pela existência de emprego e renda.
Entra governo, sai governo e as prioridades não são as de melhorar o mundo gerando emprego e renda, os governantes melhoram o seu próprio mundo egoísticamente, o sujeito entra pobre e sai rico de alma suja.

A educação prepara a pessoa para o trabalho e a vida, desde que haja emprego e renda. Sem renda não há como educar os filhos para o futuro.
A Saúde é um problema para quem não come direito, para quem não tem emprego e renda, se a família é bem alimentada os problemas de saúde diminuem e até desaparecem. A falta de emprego gera uma massa de pessoas doentes que sobrecarregam os hospitais. As pessoas acabam morrendo pelos corredores por falta de atendimento, isso é deprimente. Nossos governantes focam as prioridades erradas e atiram as pessoas num mundo de dependência e dor.

A segurança é resultado da falta de emprego e renda, o sujeito não tem para onde voltar, vive da benemerência de alguém, e assim o mundo vira um lugar horrível de se viver.
Nos EUA a falta de emprego e renda está transformando o pais num acampamento a céu aberto, as pessoas sem lar vivem em barracas, no Brasil, vivem em favelas. O primeiro mundo está conhecendo o lado escuro da falta de emprego e renda.
O foco no emprego e na renda não existe em lugar nenhum do mundo, os responsáveis por tudo isso são os governos que são incapazes de focar o trabalho como solução para todos os problemas da humanidade.

Ao contrário de gerar emprego e renda, os governos criam um monte de programas assistênciais e se promovem com o dinheiro alheio, não há nada mais fácil do que gastar o dinheiro alheio. Cartão vale gás, bolsa família, vale isso, vale aquilo, tapando o sol com a peneira e jogando a conta nas costas dos "sortudos" que tem emprego e renda.

O sujeito outro dia me parou na rua estendendo o cartão de seu filho advogado, olha, se você tiver IPTU ou qualquer imposto da prefeitura atrasado, meu filho tem um cliente que está amortizando um precatório que recebeu da prefeitura quando foi desapropriado. Com sessenta e cinco por cento do valor da dívida você quita o seu débito.

Achei a situação das mais irônicas, o governo desapropria, dá um papel podre para o cidadão que para receber o dinheiro tem que encontrar pessoas que devem para o estado para poder receber sessenta e cinco por cento do valor a que tinha direito, o estado criando emprego com suas dividas e lesando o cidadão.
O governante faz a burrada contando com os cidadãos de boa fé que não se importam com mais um aumento de alíquota num imposto qualquer, pra que se preocupar ? tem tantos impostos. Os "sortudos" que tem emprego e renda podem muito bem pagar mais um por cento de imposto para apagar a nossa burrada.

Um amigo pediu para que eu fizesse seu imposto de renda pois estava na hora de prestar contas ao Leão, recebeu cerca de trinta e um mil reais com a retenção de um mil novecentos e cinquenta reais na fonte. Fiz os lançamentos e lhe disse que restituiria cerca de seiscentos e poucos reais. Ele ficou muito bravo e com razão, dos trinta e um mil que recebeu, gastou tudo e ainda tem alguns empréstimos à pagar. Em tudo que consumimos há impostos embutidos, entre trinta e sessenta por cento de tudo que compramos de produtos e serviços, ou seja, já deixamos metade de nossa renda quando gastamos, para o governo. Certamente sobre o emprego e renda não deveria haver impostos (retenção na fonte), pois pagamos duas vezes.

Um sujeito nosso conhecido, governa um país inteiro e distribui o dinheiro dos "sortudos" para os necessitados que ele ajudou a fabricar e ainda tem uma popularidade bem alta, poderia até se reeleger se quisesse, mas ele não quer não, não quer porque tirou sorte grande, hoje é mais sortudo do que a grande maioria de "sortudos" que tem emprego e renda e que confiaram nele.

Um mundo melhor e um Brasil melhor, se faz com emprego e renda e um candidato do partido dos trabalhadores, que como o próprio nome já diz, é um partido de cidadãos de caráter impoluto que preocupam-se com o trabalho e renda dos "sortudos".